Coluna Social



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Um pouco sobre colunas sociais
Maria Rita Alonso*
* Com pesquisa de Clarissa Meneses Cavalcanti e Douglas Vieira
As pessoas lêem jornais por necessidade e por prazer. Necessidade de se manter informado e prazer de descobrir o que está acontecendo com quem anda à sua volta. Por isso, as colunas sociais – uma mistura de notinhas políticas, tititis de bastidores, fofocas de gente poderosa e flagrantes de celebridades – são irresistíveis. Mesmo quem jura detestá-las sempre dá uma espiada. Surgidas na imprensa carioca do século XIX, elas tornaram-se leitura quase obrigatória no Rio de Janeiro a partir dos anos 1950 com o antenadíssimo Ibrahim Sued, autor do bordão "sorry, periferia", e mais tarde com o espirituoso Zózimo Barroso do Amaral, que costumava escrever: "Enquanto houver champanhe... haverá esperança!"
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